Sexualidade Cristã – Quando Começar a Educação Sexual.

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Sexualidade Cristã – Quando Começar a Educação Sexual.

 

A educação sexual começa com o nascimento. Devemos assumir que a educação sexual começa com a entrada do bebê ao mundo, até mesmo antes. A preparação do quarto, o berço e as roupas, dependem do conhecimento do sexo desse filho em particular. O rosa ou o azul, a escolha do nome, dos jogos , tudo se relaciona o fato de ser menino ou menina.

Todos recebemos educação sexual.

Desde pequenos vamos absorvendo a opinião que nossa cultura tem sobre a sexualidade, seja ela através dos meios massivos de comunicação, as conversações de pessoas mais velhas, as piadas de duplo sentido, etc. Tudo ensina.

As pessoas não nascem nem heterossexuais, nem homossexuais. A sexualidade se constrói ao longo da vida com as escolhas pessoais que se vão tomando.

Sexualidade implica no que somos e como atuamos, inclui nossa orientação, a identidade como homens ou mulheres, a forma de vestirmos, de nos relacionarmos com outras pessoas, etc. Esse processo desenvolve a partir do nascimento, não acontece na adolescência ou depois.

O Que Ensinar

O conteúdo da educação sexual dependerá da idade da criança e de seu desenvolvimento em particular, já que há diferenças evolutivas ainda que sejam da mesma idade. No processo de crescimento, toda criança fazem mais ou menos a seguinte sequência:
1. No caso de menino:

  • O menino se reconhece como menino.
  • Logo sabe que ele é menino como outras crianças.
  • Mais tarde sabe que ele e seu pai são homens.
  • Posteriormente sabe que todas as pessoas se dividem em homens e mulheres.
  • Depois assume que sempre será homem.
  • Por último, sabe que quando cresça vai poder ser pai como o seu pai.

2. No caso de meninas:

  • A menina se reconhece como menina
  • Logo sabe que ela é menina como outras crianças.
  • Mais tarde sabe que ela e sua mãe são mulheres.
  • Posteriormente sabe que todas as pessoas se dividem em homens e mulheres.
  • Depois assume que sempre será mulher.
  • Por último, sabe que quando cresça vai poder ser mãe como a sua mãe.

 

John Money afirma que na maioria das pessoas, o fato que mais influência na identidade de uma criança não é de origem biológica, se não o fruto de aprendizagem cultural.

As provas importantes em números, induzem a pensar que a programação genética pré-natal e ações dos mecanismos biológicos não são suficientes para compensar os efeitos de aprendizagem pós-natal. Ajude a crescer a seus filhos, orientando-os de uma forma sadia em todos os aspectos!

 

Por José Luis y Silvia Cinalli

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