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Estudo Cristão: Produzindo bons frutos

“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor.  Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto, limpa, para que produza mais fruto ainda” (João 15.1,2).

Note a quem Cristo refere-se neste versículo: “todo ramo que, estando em mim…”.  Significa dizer, que Cristo está falando de todo aquele que um dia aceitou-o como Senhor e Salvador.  Ele faz uma referência, aos frutos que esta pessoa produz ou não, e faz um alerta: quem não der fruto, será cortado da videira.

Quantas pessoas hoje não dão importância para os frutos?  Tem uma vida derrotada, e com isso vivem sofrendo, tristes, angustiadas e depressivas.  A sua vida, ao invés de mostrar ao mundo que o Senhor não mudou, e que Ele é o mesmo ontem, hoje, e o será para sempre, causam vergonha ao evangelho, mostrando ao mundo quão pesado é o fardo que Cristo impõe aos seus servos.

Cristo continua expressando a verdadeira vontade do Pai, quando diz: “e todo o que dá fruto, limpa, para que produza mais fruto ainda”.  Ora, não há dúvidas que a vontade do Pai, é que produzamos frutos.  Pense, Cristo é a videira, se você dá frutos, o Pai o limpará para que você produza mais frutos ainda, mas se você não produz frutos, até mesmo o que você tem será tirado, porque será lançado fora da videira, e pisado pelos homens, secará.  E quantos não estão vivendo uma vida seca, ou sem vida?  Quantos são como os ramos que fora da videira são pisados pela sociedade, pela miséria, pela separação, pelos vícios, pela prostituição?  Talvez um dia você tenha declarado: Jesus Cristo é o meu Senhor.  Mas será que fizeste isto com consciência?

“Se alguém me ama, guardará a minha palavra; …, Quem não me ama, não guarda as minhas palavras; e a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai que me enviou” (Jo 14.23,24).

Não há dúvidas que a Palavra de Cristo é a Palavra de Deus.  O que Cristo falou é a vontade de Deus, o que Ele não falou, é passado, ficou para trás na velha aliança, e não tem o poder para salvar nem mudar a vida de alguém.  E este é o segredo de uma vida de frutos, amar a Cristo, e permanecer no Seu amor.  E quem é o que ama a Cristo?  Todo aquele que guarda os seus mandamentos.

Todo aquele que diz amar a Cristo, ainda que seja membro de uma religião, mas não guarda nem pratica os mandamentos de Cristo é um tolo.  A sua religião não irá salvá-lo, as suas práticas ainda que alegrem o coração, não podem produzir a verdadeira alegria proveniente do Criador do céu, terra e mar.  A alegria religiosa é momentânea, não consegue provocar uma mudança interior, por isso a sua vida não muda, porque o que está fora não pode ser mudado, se não for mudado o que está no interior de uma pessoa.

“Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito” (Jo 15.7).

Por esta razão conhecemos muitos oradores, que oram durante horas, dias, meses e até anos, mas nenhuma resposta lhes é atendida.  É como se a sua oração não tivesse o poder para chegar até o trono sagrado.  As palavras de Cristo não permanecem no seu íntimo, este não pratica o que Cristo nos ensinou, daí ele pede, mas não recebe.  Deus não terá pena ou misericórdia a ponto de descartar a Sua palavra, para ajudar a você.  Não adianta chorar, nem se irar, Deus vela pela Sua palavra, e não mudará.  Por esta razão Ele deixou a fé como único canal de comunicação entre o homem e Ele.  E a fé, nunca poderá se manifestar aquele que não guarda os seus mandamentos.

“Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos” (Vs.  8).

Quantas pessoas estão hoje fazendo a obra de Deus, sem produzir frutos?  E quantos hoje tendo uma vida arrazada, dizem: eu quero fazer a obra do Senhor?  Pura ilusão religiosa.  Quem não tem paz, como poderá oferecer paz a um irmão?  Como alguém na miséria poderá oferecer bençãos materiais a alguém?  Como alguém com uma família destruída, poderá abençoar um casamento?  Ora, quem tem, tem algo a oferecer, mas quem não tem, não tem nada a oferecer.  Se Jesus não tivesse recebido toda a autoridade do Pai, porventura poderíamos orar em seu nome?  Claro que não.  Todo aquele que produz frutos, o Pai o limpa para que dê mais frutos.  E todo aquele que produz muitos frutos, torna-se discípulo de Cristo.  Em outras palavras, quem não possui os frutos, não poderá ser um discípulo de Cristo, e fim de conversa, o que passar disso é religiosidade.

“Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (Vs.13).

Ora, será que Cristo quiz referir-se aqui somente a Ele próprio?  Somente Ele é que deve dar a sua vida pelos seus amigos?  Ou será que Ele deixou esta palavra para servir de exemplo a todos os que pretendem segui-lo?  Quantos que se dizem cristãos já deram a sua vida pelo próximo?  Quem já passou uma noite acordada para ajudar alguém?  Ou quem já se despojou de todos os seus recursos para ajudar a um amigo?  Quem já deixou de fazer a sua própria vontade, sacrificando-se por alguém?  Será que você tem dado o melhor das ofertas da sua vida para Cristo, ou tem dado do que te sobra?  Não seria este um fruto do Espírito que habita dentro de um convertido?  Será que você verdadeiramente já se converteu, ou é apenas um religioso?

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